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Peace comes from within. Do not seek it without.


Fui aluna no programa de mestrado no Instituto de Computação da Unicamp. Meu currículo lattes pode ser acessado aqui. Meus interesses em computação são:

  • Sistemas Distribuídos,
  • Software Livre,
  • Armazenamento de Grande Volume de Dados (terabytes e/ou petabytes).
  • Banco de Dados,
  • Aplicações em Corpos Finitos (Finite Fields),
  • Teoria dos Códigos,
  • Códigos Corretores de Erros para Armazenamento de Dados (Erasure Coding for Storage),
  • Frameworks para Execução de Aplicações em Armazenamento de Grande Volume de Dados (terabytes e/ou petabytes),
  • Verificação Formal de Projeto de Sistemas (pilha computacional: arquitetura, sistema operacional linguagem de programação, ecossistema para aplicações),
  • Tolerância a Falhas (Redundância de Dados),
  • Sistemas Biológicos e Teoria da Informação e
  • também aplicações em eScience, principalmente em Bioinformática e em Estatística Médica.

Outras áreas de meu interesse são mercado financeiro, adestramento de animais, principalmente cães e gatos e comportamento animal.

Sou operadora amadora de mercado financeiro à vista. Quando escrevo em sites e blogs sobre esse assunto, assino por um de meus apelidos Flor ou RaposaPolar.

Sou fã do Clube Atlético Linense, time de futebol da minha cidade natal, Lins, localizada no Estado de São Paulo.

Programa de Mestrado na Escola Politécnica da USP

Iniciarei, em fevereiro de 2019, meu trabalho de mestrado em sistemas biológicos e teoria da informação (quantificação, medição e predição de sinais).

Programa de Mestrado no IC

Eu participei do Programa Estágio Docente (PED) para a disciplina MC715 no 2o semestre de 2010. Essa experiência de estágio me ajudou a aprender como preparar um seminário e apresentar conceitos com objetivo de facilitar o trabalho dos alunos no projeto da disciplina. Pesquisar para o trabalho do estágio foi diferente do trabalho do mestrado e me tornou mais segura nos temas de sistemas distribuídos. Com o apoio da docente, a Profa Islene, eu tenho tive uma boa e interessante experiência para minha carreira de professora. Os alunos mostraram seu empenho na execução das etapas do projeto proposto pela docente (uma modificação no Zookeeper) e isso foi um incentivo para mim me dedicar mais ao estágio. Aprendi muito assistindo as apresentações dos alunos e instalando, compilando e testando o código Java dos projetos dos alunos no Cluster do IC !

Nesse 2o semestre de 2011, estou no mesmo programa de estágio para a disciplina MC202 turmas EF com o Profo Tomasz. Responder as dúvidas nos horários de atendimento, no laboratório e por e-mail e fazer uma avaliação dos projetos dos alunos tem me estimulado a desenvolver técnicas para meu aprimoramento profissional como aluna e como docente.

Técnicas de códigos corretores de erros (Erasure code) estão no tema da minha dissertação. A implementação e os testes com o Hadoop Filesystem já começaram. Meu trabalho é uma contribuição para software livre em sistemas distribuídos.

O texto e transparências da minha EQM e uma versão não atualizada do texto (ainda em elaboração) da dissertação, no formato do IC, antes da defesa, e os resumos dos artigos estudados podem ser encontrados no meu repositório.

Iniciei um site para divulgar os resultados do meu trabalho de mestrado, que encontra-se em fase de construção.

Laboratório Multiusuário de Bioinformática da Embrapa

De maio de 2012 à fevereiro de 2013, realizei minhas atividades como anotação e descoberta de marcadores moleculares em genomas para estudos de diversidade genética para Embrapa Agroenergia.

Também estou na atividade de pesquisa de aplicações de bioinformática em plataformas computacionais como o sistema de arquivos distribuídos, o Hadoop File System.

Para a execução das atividades de genômica e de bioinformática, eu tenho feito a leitura de artigos da área, de capítulos de livros sobre genética e bioquímica e de outros textos (muitos deles sugeridos pela equipe do laboratório), com ou sem a edição de resumo dos mesmos. Também programei utilizando a linguagem python e script bash.

Projeto BIOTA do IB

Eu participei, de setembro de 2011 à abril de 2012, das atividades de implementação e testes do SinBiota, o Sistema de Informações Ambientais do Programa BIOTA/FAPESP, sob orientação do profo Joly.

O SinBiota é um conjunto de programas software que combina uma aplicação web e bancos de dados com o objetivo de auxiliar os pesquisadores da área de biodiversidade a compreenderem melhor os seres vivos encontrados no estado de São Paulo, suas interações com o ambiente e sua participação em cenários de biodiversidade obtidos de ferramentas de modelagem.

Essa nova versão, denominada SinBiota 2.0, foi desenvolvida pela parceria entre FAPESP e Microsoft, através do projeto SinBIOTA 2.0 - Sistema de Informações do Programa BIOTA/FAPESP: planejando os próximos 10 anos. O objetivo principal da minha participação no projeto de pesquisa foi realizar a migração dos dados presentes na versão 1.0 do sistema SinBiota para um protótipo MS do SinBiota em nova versão, ainda em aprovação pelo projeto BIOTA. A taxomomia foi baseada no padrão do Catalogue of Life. Essa nova versão é uma evolução da atual e é um conjunto de serviços com novas facilidades e com o uso de tecnologias mais adequados ao avanço da pesquisa em biodiversidade. As atividades incluíram um conjunto de tarefas de programação em linguagem sql, python, awk, script bash, carga de dados da base de dados do sgbd PostgreSQL para a base do sgbd SQL Server, desenvolvimento, documentação e manutenção dos sistemas de informação do programa BIOTA/FAPESP.

O ambiente de produção hospedeiro do SinBiota encontra-se atualmente nas instalações do CENAPAD.

Mais informações sobre meu trabalho de pesquisa podem ser encontradas aqui.

Outros trabalhos em empresas e instituições

Desde maio de 2015, assumi um cargo público de analista de TI e faço parte da equipe do NTI da UFABC. As atividades que desempenhei até 2018 são: implantar sistemas informatizados (metodologia ITIL), dimensionando requisitos e funcionalidades do sistema, escolhendo ferramentas de desenvolvimento, especificando programas; programação XML; testes para medir eficácia de módulos de sistemas informatizados (resultado esperado e resultado obtido); prestar treinamento e suporte técnico ao usuário; elaborar documentação técnica, incluindo modelagem de processos; estabelecer padrões; pesquisar tecnologias em informática; assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Desde 2019, tenho atuado em mapeamento de processos internos ao NTI e em suporte às unidades administrativas da UFABC nessa área.

Eu realizei alguns trabalhos que gostei muito de fazer, dos quais ressalto esses.

No período de 01/1992 a 09/2001, na Fundação CPqD em Telecomunicações, estudamos a política de backup e recovery de banco de dados e a implantamos, incluindo procedimentos de verificação da realização dos backups para um conjunto de SGBDs Oracle. Participei da elaboração de contratos de manutenção de software, que me proporcionou uma experiência com equipe de advogados, com fornecedores de software e com licenciamento de software proprietário. Também estive na organização de workshop sobre Informix, um SGBD com muitas ferramentas de importação e exportação de dados e outras apresentações. Iniciei um estudo em Banco de Dados (projeto iniciado: Sistema de Backup e Recovery) com metodologia e documentação. Os SGBDs com que eu trabalhei foram Oracle, Ingres, Sybase e Informix em várias plataformas Unix e Rdb no VAX/VMS. As plataformas utilizadas foram UNIX (SUN/Solaris, IBM/Aix, HPUX, Digital Unix) e Windows NT. No trabalho da migração de dados da Telebrás-Sede para o CPqD-Telebrás, durante o processo de privatização do antigo Sistema Telebrás e da criação da Fundação CPqD, nossa equipe de AD, DBA e desenvolvedor teve muitos desafios: de modelo de listas invertidas para modelo relacional, do SGBD Adabas para SGBD Oracle, do sistema operacional IBM MVS para Unix Sun Solaris, do protocolo SNA para TCP/IP.

De 09/1986 a 12/1991, atuei no ADS, Ambiente de Desenvolvimento de Sistemas do Projeto Trópico RA. O Projeto Trópico RA foi o início dos sistemas de centrais telefônicas por programa armazenado para até 100 mil assinantes, que permitem a conexão de aparelhos telefônicos analógicos, telefones de uso público, telefones semi-públicos e equipamentos para comunicação de dados e vídeo - acesso digital, que estão disponíveis, atualmente, na rede de telecomunicações no Brasil. Esse ambiente realiza de maneira automática o sistema de controle de consistência de base de dados do software gerado, o que evita a ocorrência de inconsistências e duplicações em declarações de dados e permite a verificação e recompilação automática de todos os módulos afetados por uma alteração. Ainda é algo inovador até hoje. Eu participei da implementação feita em plataforma VAX/VMS, utilizando a Metodologia de Projeto de Sistema. Fizemos o ADS gerar código para os protótipos da central telefônica. Também participei do Grupo de Diretrizes, que realizava reuniões diárias com o objetivo de definir um problema e propor uma solução para os projetistas da central telefônica. Esse trabalho me proporcionou muita experiência com engenharia de software no início de carreira e foi um dos trabalhos mais estimulantes que tive o prazer de atuar na minha vida profissional. Apresentei um trabalho sobre o Serviço de Compilação do ADS em conferência e em simpósio em 1991. O ADS é hoje uma IDE (Integrated Development Environment) para as centrais telefônicas Trópico ou sistemas Trópico. Esse trabalho está hoje com a empresa Tropico.

De 01/12/1985 até 21/06/1986, utilizando o sistema operacional MXZ80, na PGM Sistemas, hoje SID Telecom, eu implementei de um loader de sistema operacional (plataforma Zilog Z80) para uso em ambiente de processadores conectados em rede novell. A aplicação mais comum era a transferência eletrônica de fundos e o cliente foi as lojas da C&A. Também fui programadora de microcontroladores na PGM Sistemas.

Estágio em Patologia Clínica no Ensino Médio

Eu realizei, durante o ano de 1981, meu estágio de curso de Técnico de Patologia Clínica da CENSA no Laboratório de Análises Clínicas do CAIS Clemente Ferreira, na estrada Lins-Guaiçara, local muito bonito, cheio de árvores, muito agradável. Atuamos em todos os procedimentos de todas as etapas dos processos de coleta, execução dos exames e no uso dos equipamentos como microscópio eletrônico, estufas, centrífugas e claro, pipetas, placas de Petri, lâminas.

Adorava estudar processos bioquímicos. Eu me interessei muito pela bioquímica, o que me fêz conhecer no mês de julho de 1981, a UNESP de Araraquara, quando fui prestar o vestibular para Ciência da Computação para UFSCar. Como eu estava em dúvidas sobre escolher Computação ou Bioquímica/Farmácia, o pesquisador/professor da UNESP, que me recebeu, perguntou qual era a disciplina que eu mais gostava e eu respondi: --"Matemática e inglês". Ele perguntou: -- "E a bioquímica ?" Aí eu respondi: -- "Eu acho interessante". Ele me respondeu: -- "Então, você já sabe a resposta." Meus olhos se encheram de lágrimas, mas eu não as derramei, afinal, estava sendo muito bem orientada!

Depois do vestibular da UFSCar (foi o único prestei e que eu não passei), enviei uma carta para USP e UNICAMP, perguntando sobre o curso de Ciência da Computação. Foi a DAC da UNICAMP que me respondeu com uma cópia das páginas, contendo os nomes das disciplinas do curso. Eu li e achei muito importante as seguintes disciplinas: "Organização Básica de Computadores e Linguagem de Montagem" e "Análise de Algoritmos". Também achei engraçado as siglas: MC-404, MC-408, muito parecidas com as do curso de Engenharia Elétrica da Faculdade de Engenharia de Lins, hoje UniLins.

Meu professor de matemática no ensino médio, professor Gilson, me sugeriu um dia de aula de 1981, no páteo da escola: -- "Celina, vá fazer matemática na USP!", mas depois da cartinha da DAC da UNICAMP, quando fui prestar vestibular no final daquele ano, eu escolhi Ciência da Computação na UNICAMP. Passei no vestibular para ingresso em 1982 na UNICAMP, UNESP e na UNIMEP com notas 10 em redação nos 3 vestibulares!

Não escolhi a USP, pois o vestibular para UNICAMP e USP era realizado pela FUVEST e as carreiras eram incompatíveis na escolha do curso. Coisas da época! Com menos de 18 anos, nós tínhamos que ter muita opinião política!